sábado, 24, fevereiro 2024
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Do topo do mundo, para a eliminação na sulamericana

    


     No início dos anos 2010, nós fãs de futebol nos acostumamos a ver um Corinthians temido e muito promissor, um time embalado pela torcida gigante e fiel, o time do povo estava disputando todos os campeonatos, e ganhando ao menos um título por ano. Começando sua trajetória vitoriosa em 2008 com o título da série B, em 2009 foi campeão Paulista e da Copa do Brasil, Campeão Brasileiro 2011, até chegar ao maior ano de sua história: 2012.

    Em 2012 o timão chegou ao topo do mundo, foi Campeão da Libertadores, sendo a primeira de sua história, e em seguida foi Campeão Mundial, contra o Chelsea em Yokohama, no Japão. Neste ano foi a redenção corintiana, pois não haveriam páreos ao campeão mundial, construindo estádio que seria sede da Copa do Mundo 2014, e com uma torcida gigantesca que nunca abandona o time.

    Mas o time do povo nunca mais foi o mesmo em cenário internacional, a partir de 2013 com o “Caso Amarilla” quando o Corinthians foi muito prejudicado nas oitavas de final da Libertadores contra o Boca Juniors, iniciando uma série de eliminações do timão precocemente no torneio continental.

    Segundo o site “retrospectocorinthiano.com.br”, o timão tem 15 participações na competição mais cobiçada da América, conta com duas eliminações na pré-Libertadores (2011 e 2020), uma eliminação na fase de grupos (1977), as oitavas são o calcanhar de Aquiles do timão, são oito eliminações (1991, 2003, 2006, 2010, 2013, 2015, 2016 e 2018), duas eliminações nas quartas (1996 e 1999), uma eliminação na semi (2000), e o título em 2012.

    Mas na noite de ontem (13) o Corinthians cavou o poço que já não era raso, agora foi eliminado na fase de grupos da Sulamericana, e o grupo, pasmem, conta com Penarol/URU, Sport Huancayo/PER, e River Plate/PAR. Não satisfeito, o timão não teve a oportunidade nem de chegar ao final da fase de grupos disputando vaga, caiu de maneira vexatória tomando a maior goleada em uma competição internacional de sua história, 4×0 para o Penarol no Uruguai, mas essa derrota foi apenas a gota que transbordou o copo. Antes da goleada o timão havia empatado com o desconhecido River Plate do Paraguai, e perdido em casa para o Penarol, com um futebol ruim.

    Por fim, há o questionamento do torcedor corintiano: “Vale a pena jogar Libertadores e Sulamericana para ficar passando vergonha sendo eliminado na maioria das vezes para times pequenos?”, este questionamento desgasta a fiel desde 2013, dando margem para a brincadeira dos rivais palmeirenses: “Se não cair nas oitavas nem na pré, perde para o Palmeiras”. Mas o que resta para o time do povo é o Campeonato Paulista, o qual o timão cresce sempre no momento certo, e se deixar chegar, pode pintar o trigésimo primeiro título estadual.

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